Ainda se lembram da fantástica tela em branco de Robert Ryman?
(que bem que esta ficava na parede branca do meu quarto.)
Relembro a crítica:“ (os parafusos) fazem parte integral da composição nu, que tem por finalidade libertar o quadro de qualquer traço ilusório de pintura. (…) Dá ao espectador uma grande tranquilidade, que é constante na sua intensidade; (…) demonstra a interacção única entre a planura da superfície do quadro e a parede lisa por trás. A relação da obra com o Minimalismo é revelada pela ausência de emoção e ilusão na sua construção. (…) Concentra-se na ênfase dada às qualidades dos materiais usados.”
Pois bem, desta vez não é só uma "Camada de esmalte branco aplicado numa folha de alumínio apenas fixada à parede por parafusos de metal", mas sim uma exposição.
O Ryman é muito talentoso e imaginativo.
Aproveito para expor, pela primeira vez, o caderno de esboços do R. Ryman.
