29 agosto 2007

o regresso do REI VOZ DE BAGAÇO



Nasci no ano em que foi capa da revista Time e editou Born to Run, música que o meu progenitor adorava e que me acompanhou nos primeiros anos de vida até ser editado o The River que me deliciava. Cresci a ouvir o “Boss” e é-me muito difícil escolher a música que mais gosto, pois é aquela voz de bagaço que mais aprecio nele. Muito me alegra este regresso com a E Street Band com quem editou o primeiro álbum ao vivo em 1986 e com a qual não gravava desde 2002, ano em que editou o álbum The Rising.
Magic é o nome do seu mais recente trabalho cujo lançamento está agendado para o próximo dia 1 de Outubro e que servirá de rampa de lançamento para uma digressão mundial, que suspeito não passar por Lisboa, cheira-me que o mais perto vai ser em Madrid ou Bilbao. Pode ser que faça uma visita a nuestros hermanos!
Radio Nowhere é a primeira música de Magic e promete ser o novo êxito do “Boss”, o download da música está disponível gratuitamente até 3 de Setembro em
www.radionowheredownload.com


25 agosto 2007

finalmente as férias!




Chegaram finalmente os merecidos dias de descanso, vou aproveitar para recarregar as baterias.
Fiquem bem!




21 agosto 2007

Por uma “noite”, duas rainhas!


Nas primeiras horas do próximo dia 28 de Agosto,
mais precisamente pelas 2h00 da manhã teremos,

Duas “luas” no céu

Observem o céu nessa noite e assistirão a um
espectáculo que só se repetirá lá para 2287
e nessa altura já estamos todos noutra…

Nessa noite o planeta Marte estará mais perto
da Terra e será a “estrela de fogo”
mais brilhante do céu.
A lua, essa engorda de vaidade
por ter companhia.


Vai ser um espectáculo único.


Não percam!

20 agosto 2007

Ola Kala ou está tudo bem?


LES ARTS SAUTS, estiveram em Portugal por ocasião da Expo 98 e regressam agora com o espectáculo OLA KALA (inspirações gregas).
Todos os dias me perguntam:
Quando vens ao espectáculo?
O tempo nem sempre é aquilo que quero que seja, mas hoje agilizei tudo e lá fui eu.
“La petit femme du tacac! “ (como eles me chamam) tem a dizer: UAU!
Estes senhores são mestres na arte de voar.
Um espectáculo lindíssimo, numa tenda redonda gigantesca que é um prodígio da arquitectura, numa atmosfera surrealista e poética onde 17 trapezistas e 5 músicos (violinos, violoncelos, voz de uma mulher e sons electrónicos) estão em perfeita harmonia a 12 metros de altura e fazem as nossas delícias ao redor do trapézio em cruz onde variam constantemente de trajectória.
Nós, recostados numa “chaise longue” moderníssima somos convidados a substituir as palavras por imagens e a partilhar o espírito do ar com estes fantásticos e belíssimos acrobatas e bailarinos das alturas.
Les Arts Sauts contam-nos uma história de desejo:
O desejo de voar agora e sempre…


Merveilleux!

16 agosto 2007

hAppY BiRtHdAy



Madonna Louise Veronica Ciccone Ritchie

ou simplesmente

Madonna




Um dia disse:

" Se todos te subestimam, surpreende!!!"
" Não existem limites para o que eu possa falar, fazer ou criar"
" Pobre é o homem cujos prazeres dependem da permissão dos outros"
Fonte: Revista VEJA Edição 1947, 15 de Março de 2006
"Sou exigente, ambiciosa e sei exactamente o que quero.
Se isso faz de mim uma cabra, paciência!"


Dito e feito!


Desta colheita há poucas...






12 agosto 2007

Against the ropes


Margaret Mary Emily Anne Hyra ou melhor
Meg Ryan
estudou Jornalismo na Universidade de Nova Iorque e cedo começou a fazer publicidade televisiva, para ganhar mais umas massas. Desde “Rich and Famous” em 1981, já participou em mais de trinta filmes e deu voz a desenhos animados como “Anastacia” da Disney, em 1997.
Desde Top Gun que esta loira me encanta, acho-a bonita e gosto do seu ar inocente e meigo (o Tom Cruise também lhe achou muita piada). Em 1989, o sucesso da comédia romântica “Harry e Sally” com Billy Cristal fez com que ficasse marcada para papéis do género, fez várias tentativas para fugir a este estereótipo mas só em 1994 com a interpretação de uma alcoólatra em “When a man loves a women”, Meg conseguiu. Com Tom Hanks faz o par perfeito mas também não fica nada mal com o Nicholas Cage, porque será?
Mas é em 2004 no filme “Against the ropes”, do realizador “Charles Dutton”, que mais gosto de a ver. Faz o papel de uma mulher determinada que luta pelos seus objectivos e por se impor como agente de boxe, num mundo que é de homens. Sendo mulher leva vantagem porque segue a sua intuição, trabalha e triunfa.
É inegavelmente uma excelente actriz.

"Against the Ropes"
Inspirado numa história verídica, “Contra tudo e contra todos” ou “Encostada às Cordas” é interpretado por Meg Ryan no papel de Jackie Kallen, uma aspirante a agente de boxe, elegante e fala-barato, determinada a transformar o 'Lethal' Luther Shaw (Omar Epps) - um marginal das ruas num campeão de nível mundial. Para ajudar Shaw a subir até ao número um do ranking, Jackie consegue que o veterano treinador Felix Reynolds (Charles S. Dutton) abandone o retiro a que se tinha votado. Mas até conseguirem alcançar o seu sonho de se tornarem campeões, têm de aprender a ficar cada um no seu canto. A questão não é até onde somos capazes de ir, é sobre qual a força com que temos de bater quando alguém é encostada as cordas.

Kallen não está lutar pela glória.
Ela está a lutar por respeito.
Num mundo de homens é difícil,
mas possível!

08 agosto 2007

"Last Supper"

Os representantes da Igreja Católica Francesa
já se mostraram indignados com mais uma
publicidade que consideram uma afronta,
mais uma, portanto!
A culpa desta bela publicidade é de
MARITHÉ ET FRANÇOIS GIRBAUD.



Publicidade incómoda? Para alguns!

07 agosto 2007

Parabéns Caetano Veloso

Luz do sol
Que a folha traga e traduz
Em ver de novo
Em folha, em graça
Em vida, em força, em luz...
.
Céu azul
Que venha até
Onde os pés
Tocam a terra
E a terra inspira
E exala seus azuis...
.
Reza, reza o rio
Córrego pro rio
Rio pro mar
Reza correnteza
Roça a beira
A doura areia...
.
Marcha um homem
Sobre o chão
Leva no coração
Uma ferida acesa
Dono do sim e do não
Diante da visão
Da infinita beleza...
.
Finda por ferir com a mão
Essa delicadeza
A coisa mais querida
A glória, da vida...Luz do sol
.
Que a folha traga e traduz
Em ver de novo
Em folha, em graça
Em vida, em força, em luz...
.
.
.
Faz hoje 65 anos e espero que a luz do sol continue sempre a iluminá-lo.
.
.
.
Disse um dia:
``De perto ninguém é normal´´.(Trecho de uma das composições)
``Quando eu abracei a Amália é como se eu tivesse abraçado Portugal´´.
``Nunca entendi desse negócio de dinheiro. Nem sei quanto eu ganho´´.

moral da história...

Quando era pequena era costume contarem-me muitas histórias, algumas que gostava mais, outras menos. Confesso que nunca achei muita graça a histórias com princesas e abóboras e coisas do género. A princesa tinha uma vida mais ou menos complicada mas tudo acabava em bem, casava com o príncipe e viviam felizes para sempre, bla, bla, bla…espremido não deitava sumo.
Modo geral, as histórias lá em casa eram contadas pelo meu pai e ele fazia questão de acabar as histórias com: Moral da história….
Um dia contou-me esta:

Um burro caiu num buraco. O animal ficou ali a zurrar durante horas, enquanto o dono pensava o que a fazer.
Finalmente, o fazendeiro resolveu que, como o animal era velho, e o buraco precisava de ser coberto de qualquer maneira, ele simplesmente enterraria o burro velho ali. Pegou numa pá e começou a encher o buraco. O burro continuava a zurrar, mas de repente ficou em silêncio.





Cada pá de terra que lhe batia no lombo, ele sacudia-a para o chão e pisava em cima. Finalmente, o monte ficou alto o suficiente para que ele pudesse sair do buraco. E nunca mais ninguém o viu por aquelas paragens.




Moral da história: mesmo que não vejas solução para o teu problema, não desistas, continua a lutar e conseguirás.

05 agosto 2007

Passeio à beira-mar




“Durei horas incógnitas, momentos sucessivos sem relação, no passeio em que fui, de noite, à beira sozinha do mar. Todos os pensamentos, que têm feito viver homens, todas as emoções, que os homens têm deixado de viver, passaram por minha mente, como um resumo escuro da história, nessa minha meditação andada à beira-mar.




Sofri em mim, comigo passearam, à beira ouvida do mar, os desassossegos de todos os tempos. O que os homens quiseram e não fizeram, o que mataram fazendo-o, o que as almas foram e ninguém disse - de tudo isto se formou a alma sensível com que passeei de noite à beira-mar.

(...)

Quem sabe sequer o que pensa, ou o que deseja? Quem sabe o que é para si mesmo? Quantas coisas a música sugere e nos sabe bem que não possam ser! Quantas a noite recorda e choramos, e não foram nunca! Como uma voz solta da paz deitada ao comprido, a enrolação da onda estoira e esfria e há um salivar audível pela praia invisível fora.




Quanto morro se sinto por tudo! Quanto sinto se assim vagueio incorpóreo e humano, com o coração parado como uma praia, e todo o mar de tudo, na noite em que vivemos, batendo alto, chasco, e esfria-se, no meu eterno passeio nocturno à beira-mar.”



Bernardo Soares
extraído do Livro do Desassossego



A espantosa realidade das cousas

A espantosa realidade das cousas
É a minha descoberta de todos os dias.
Cada cousa é o que é,
E é difícil explicar a alguém quanto isso me alegra,
E quanto isso me basta.

Basta existir para se ser completo.

Tenho escrito bastantes poemas.
Hei de escrever muitos mais. naturalmente.

Cada poema meu diz isto,
E todos os meus poemas são diferentes,
Porque cada cousa que há é uma maneira de dizer isto.

Às vezes ponho-me a olhar para uma pedra.
Não me ponho a pensar se ela sente.
Não me perco a chamar-lhe minha irmã.
Mas gosto dela por ela ser uma pedra,
Gosto dela porque ela não sente nada.
Gosto dela porque ela não tem parentesco nenhum comigo.
Outras vezes oiço passar o vento,
E acho que só para ouvir passar o vento vale a pena ter nascido.

Eu não sei o que é que os outros pensarão lendo isto;
Mas acho que isto deve estar bem porque o penso sem estorvo,
Nem idéia de outras pessoas a ouvir-me pensar;
Porque o penso sem pensamentos
Porque o digo como as minhas palavras o dizem.

Uma vez chamaram-me poeta materialista,
E eu admirei-me, porque não julgava
Que se me pudesse chamar qualquer cousa.
Eu nem sequer sou poeta: vejo.
Se o que escrevo tem valor, não sou eu que o tenho:
O valor está ali, nos meus versos.
Tudo isso é absolutamente independente da minha vontade.
Alberto Caeiro

José Manuel Merello


Sonata para Maria








La mujer habitada






La niña de Constantinopla


01 agosto 2007

Agosto é sempre a gosto...

Chegou o mês em que a loucura se instala pelo litoral e principalmente a sul do nosso país e é precisamente nesta altura que eu gozo a cidade vazia de trânsito e stress.





Quem pela cidade se passeia em Agosto aprecia em pleno a sua beleza, a sua calma e os que estão a trabalhar apreciam essa calma como um segundo mês de férias, desta vez das pessoas, do trânsito e da confusão.

Are you joking?

Small differences

The American said:
-We have George Bush, Stevie Wonder, Bob Hope and Johnny Cash.
and Portuguese said:
-We have José Socrates, no wonder, no hope and no cash!

Bad luck

A bus load of tourists arrives at Runnymede. They gather around the guide who says: -This is the spot where the barons forced King John to sign the Magna Carta. A fellow at the front of the crowd asks: -When did that happen?
-1215, answers the guide.
The man looks at his watch and says:
- Damn! Just missed it by a half hour!