
Margaret Mary Emily Anne Hyra ou melhor
Meg Ryan
estudou Jornalismo na Universidade de Nova Iorque e cedo começou a fazer publicidade televisiva, para ganhar mais umas massas. Desde “Rich and Famous” em 1981, já participou em mais de trinta filmes e deu voz a desenhos animados como “Anastacia” da Disney, em 1997.
Desde Top Gun que esta loira me encanta, acho-a bonita e gosto do seu ar inocente e meigo (o Tom Cruise também lhe achou muita piada). Em 1989, o sucesso da comédia romântica “Harry e Sally” com Billy Cristal fez com que ficasse marcada para papéis do género, fez várias tentativas para fugir a este estereótipo mas só em 1994 com a interpretação de uma alcoólatra em “When a man loves a women”, Meg conseguiu. Com Tom Hanks faz o par perfeito mas também não fica nada mal com o Nicholas Cage, porque será?
Mas é em 2004 no filme “Against the ropes”, do realizador “Charles Dutton”, que mais gosto de a ver. Faz o papel de uma mulher determinada que luta pelos seus objectivos e por se impor como agente de boxe, num mundo que é de homens. Sendo mulher leva vantagem porque segue a sua intuição, trabalha e triunfa.
É inegavelmente uma excelente actriz.
"Against the Ropes"
Inspirado numa história verídica, “Contra tudo e contra todos” ou “Encostada às Cordas” é interpretado por Meg Ryan no papel de Jackie Kallen, uma aspirante a agente de boxe, elegante e fala-barato, determinada a transformar o 'Lethal' Luther Shaw (Omar Epps) - um marginal das ruas num campeão de nível mundial. Para ajudar Shaw a subir até ao número um do ranking, Jackie consegue que o veterano treinador Felix Reynolds (Charles S. Dutton) abandone o retiro a que se tinha votado. Mas até conseguirem alcançar o seu sonho de se tornarem campeões, têm de aprender a ficar cada um no seu canto. A questão não é até onde somos capazes de ir, é sobre qual a força com que temos de bater quando alguém é encostada as cordas.
Desde Top Gun que esta loira me encanta, acho-a bonita e gosto do seu ar inocente e meigo (o Tom Cruise também lhe achou muita piada). Em 1989, o sucesso da comédia romântica “Harry e Sally” com Billy Cristal fez com que ficasse marcada para papéis do género, fez várias tentativas para fugir a este estereótipo mas só em 1994 com a interpretação de uma alcoólatra em “When a man loves a women”, Meg conseguiu. Com Tom Hanks faz o par perfeito mas também não fica nada mal com o Nicholas Cage, porque será?
Mas é em 2004 no filme “Against the ropes”, do realizador “Charles Dutton”, que mais gosto de a ver. Faz o papel de uma mulher determinada que luta pelos seus objectivos e por se impor como agente de boxe, num mundo que é de homens. Sendo mulher leva vantagem porque segue a sua intuição, trabalha e triunfa.
É inegavelmente uma excelente actriz.
"Against the Ropes"
Inspirado numa história verídica, “Contra tudo e contra todos” ou “Encostada às Cordas” é interpretado por Meg Ryan no papel de Jackie Kallen, uma aspirante a agente de boxe, elegante e fala-barato, determinada a transformar o 'Lethal' Luther Shaw (Omar Epps) - um marginal das ruas num campeão de nível mundial. Para ajudar Shaw a subir até ao número um do ranking, Jackie consegue que o veterano treinador Felix Reynolds (Charles S. Dutton) abandone o retiro a que se tinha votado. Mas até conseguirem alcançar o seu sonho de se tornarem campeões, têm de aprender a ficar cada um no seu canto. A questão não é até onde somos capazes de ir, é sobre qual a força com que temos de bater quando alguém é encostada as cordas.
Kallen não está lutar pela glória.
Ela está a lutar por respeito.
Num mundo de homens é difícil,
Num mundo de homens é difícil,
mas possível!
4 comentários:
Texto de fõlego, esta apologia de Meg Ryan e da mulher! Parabéns pelo trabalho de escrita que está muito bom!
Esta tua escolha agradou-me ainda mais porque desde o início que gosto muito desta menina: há nela uma espécie de fogo interior que passa para as personagens.
Muito obrigado!
Beijinho! :-)
Filme a ver.
Quanto a Meg R., impossível esquecer a cena da simulação do orgasmo, no restaurante.
Beijoquitas.
Ric,
este texto deu-me muito prazer.
Já há algum tempo que andava para falar no fenómeno Meg e não deixei passar a oportunidade quando o filme passou no sábado, desta vez num canal de cabo.
Concordo contigo, é mesmo fogo interior.
Beijinho
Pinguim,
tens toda a razão, a cena do restaurante é, para mim, um dos pontos altos da sua carreira.
Beijinho
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